Atividade de campo

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No dia 9 de Outubro a Tribo de Escoteiros realizou uma atividade de campo na Mata do Circuito de Manutenção em Marim-Olhão onde teve como objetivo, o desenvolvimento do espírito de Patrulha, integração dos elementos novos e os vindos da Alcateia e na formação de montagem de tendas.
Objetivo plenamente alcançado onde reinou a boa disposição e alegria.

Chefia da TEs

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Passagens de divisão

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30 de Setembro de 2017 – Jardim Patrão Joaquim Lopes – Olhão

Após iniciarmos o ano escotista 2017-18 no dia 9 de Setembro, é chegado o momento de
“arrumarmos a casa”, digamos definir os elementos para cada Divisão, conforme as suas idades.
“Passagens de Divisão” foi o mote e nome para a actividade do dia 30 de Setembro:
9:30 Concentração, O Grupo todo reunido no Jardim, temperatura magnífica, calor moderado, ânimos ao máximo, e alguma ansiedade pelo momento.
Aproveitando o espaço lazeirento e de modo a desanuviar emoções realizamos uma atividade de carácter lúdico, composta por vários jogos divididos por 6 estações, onde os elementos repartidos por equipas mistas em género e idade, enfrentavam vários desafios.
Meio-dia, sob a vigia do busto desse grande herói olhanense Patrão Joaquim Lopes e ladeados por árvores quase centenárias e o prazenteio azul da nossa bela ria formosa, iniciámos a cerimónia de passagem, orgulhosamente alinhadas as Patrulhas, Bandos e Dirigentes ansiavam pelo momento.
A assistência curiosa, composta por amigos e familiares dos elementos, e ainda alguns
anónimos que se interessaram pelas movimentações estava pronta para o que viria a seguir…
De um modo singelo e sincero os elementos foram-se despedindo das Divisões à qual
pertenciam, agora sim sentiam-se devidamente preparados para a passagem.
A Passagem deu-se de forma individual onde os elementos ajudados pelo seu Chefe de Divisão saltaram por cima de uma vara suportada por elementos da Divisão a que iriam pertencer, para depois serem recebidos pelo Chefe e elementos da sua “nova” Divisão, primeiro os Lobitos para a Tribo de escoteiros e depois os Escoteiros para a Tribo de Exploradores.
“Muito beem, muito beem, muuuito Bem!”

Formação final para a foto, onde todos ficaram retratados com largos sorrisos e boa disposição lançando os seus chapéus ao ar. Abre-se o futuro de mais um ano escotista.

Repórter
Carlos Tavares

Dia Europeu Sem Carros em Olhão

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Domingo, 24 de setembro 2017 – Com organização da PSP de Olhão o evento teve lugar no Jardim Pescador Olhanense e o Grupo 6 disse “Presente”.

Lobitos, Escoteiros, Exploradores, Dirigentes, assim como a Fraternal – Núcleo de Faro participaram ativamente como parceiros na organização deste evento. Foi uma manhã de trabalho, divertimento e partilha. Os lucros deste evento reverteram a favor do IPO e no final foi entregue a bonita quantia de 4.300,00 euros. Obrigada a todos que estiveram lá nesse dia…

Ano escotista 2017-2018

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O Grupo 6 iniciou o seu ano escotista 2017/2018, no dia 9 de Setembro.
O Grupo concentrou-se na sede, de onde se dirigiu para o Jardim Patrão Joaquim Lopes, tendo os dirigentes dado as boas vindas a mais um ano cheio de atividades e realizou diversos jogos de convívio entre os elementos.
Assim de uma forma simples iniciamos o Ano Escotista.

Sorietocse na Rocha

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No passado fim de semana de 8 e 9 de abril de 2017, a nossa Tribo de Escoteiros realizou a sua atividade trimestral, em conjunto com a Tribo de Escoteiros do grupo 197 de Quelfes. Sábado, partimos de Olhão por volta das 9h da manhã, em direção à aldeia da Pena, o local onde íamos montar campo e passar o fim de semana. Após cerca de uma hora de viagem, com muita animação e cantoria, chegámos ao nosso destino e pusemos mãos à obra e demos início à montagem de campo. Por volta do meio dia e meio, demos a tarefa por terminada e reunimos para almoçar e preparar as mochilas para a caminhada que nos esperava da parte da tarde. Eram praticamente 14h quando saímos de campo em direção ao topo da Rocha da Pena, passando pelo lavadouro, onde os nossos escoteiros aprenderam um pouco dos hábitos da aldeia da Pena. O resto da tarde foi passada numa longa caminhada, mas muito divertida, onde os nossos Escoteiros mostraram aquilo de que são capazes e puseram à prova a sua resistência. Subimos o trilho e lanchámos à chegada ao topo da Rocha. Após a paragem para recarregar baterias, visitámos a muralha de rochas usada há muito tempo para defender o território e continuámos pelo trilho, para regressar à base da Rocha da Pena. Uma vez cá em baixo e após uma pequena sessão de fotos entre chefes e Escoteiros, seguimos caminho em direção a campo, pois o sol começava a pôr-se e as nossas barrigas já davam sinal que a hora do jantar estava próxima. Depois do jantar, dois elementos da nossa Tribo dinamizaram o fogo de conselho, que se pautou pelas gargalhadas constantes e houve, ainda, uma canção dedicada aos chefes. O que já não houve foi energia para um jogo noturno, pelo que os nossos Escoteiros se prepararam para ir dormir, pois o dia tinha sido longo e era preciso carregar baterias para o dia seguinte.

No domingo, a alvorada foi feita às 7h30 e, após o pequeno almoço, foi hora de um pouco de ginástica matinal, para acordar bem. Por volta das 9h, descemos até ao forno comunitário onde uma senhora da aldeia nos ensinou a fazer folar. Todos contribuíram e ajudaram em algumas tarefas, aproveitando o tempo também para cantar e fazer algumas animações e jogos. A massa dos folares precisava de fermentar durante cerca de 45min e só depois iria para o forno, pelo que aproveitámos esse tempo para proceder à desmontagem de campo, pois era uma tarefa na qual os nossos escoteiros não iam ajudar, ficando um chefe a colocar os folares no forno, de modo a que ninguém de queimasse. Com as tendas e as mochilas arrumadas, foi hora de encher a barriga com um almoço delicioso, após o qual nos deslocámos novamente ao forno comunitário, para ver os folares sair do forno. No final, agradecemos a ajuda à boa maneira escotista e visitámos um pouco da aldeia, onde uma poetisa da terra nos convidou a conhecer a sua casa. De regresso a campo, foi hora da casa ao ovo da Páscoa e de lanchar o belo folar que tínhamos feito. Fizemos o encerramento da atividade por volta das 16h e pouco depois chegou o autocarro que nos levaria de novo para Olhão. Com o material e as mochilas arrumadas, rumámos de novo à nossa terra, sempre com muita animação, apesar do cansaço que já se fazia sentir. Foi um fim de semana de confraternização e aprendizagem, que deixou vontade de voltar.

Chefia da TEs

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Acampamento Lobo Trigueiros

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Relatório de actividade – 2ª parte

Domingo, alvorada, já o sol despertara, 8:00 horas da manhã.

No campo dorme-se como uma pedra e normalmente com uma pedra ou pedaço de ramo a incomodar as costas, mas mal o sol nasce, o Escoteiro está sempre pronto, por isso não é de estranhar a tagarelice nas tendas entre as 7:00 e as 8:00h.
Após os preparos e arrumos matinais, todos tomaram o pequeno-almoço, ganhando energias para as actividades que se avizinhavam.9:00h Hastear das bandeiras, todo o efectivo em formatura saudando as bandeiras e entoando o Hino Nacional.
Destroçaram para os seus subcampos, onde atentamente ouviram as instruções sobre os jogos da manhã.

Na Alcateia existe um método para as actividades decorrerem sem problemas “Lobito ocupado não faz avarias”, a manhã foi ocupada com um jogo dinâmico, de oito postos, baseados no “party e comp” e em jogos físicos, destacando-se a corrida de sacos e o cozer na serapilheira a palavra “Alcateia”, os bandos juntos dois a dois de Grupos diferentes, competiram alegremente pela melhor prestação, não fosse o seu lema “o melhor possível”.

A Tribo tomou a direcção de Oeste, rumo ao Cerro Azul, onde foi feito um jogo de Patrulhas ao longo de toda a manhã, houve quem nem quisesse acabar para almoçar.
No decorrer do jogo, os Escoteiros tiveram de mostrar os seus conhecimentos de socorrismo, pioneirismo, memória visual, historia escotista utilizando toda a sua astucia, criatividade e “espirito escotista”.

Exploradores e Caminheiros, e só mas só para aquecer o corpo e os ânimos, fizeram o jogo da corda de força puxado em quatro direcções diferentes.
Já formados, foi pedido uma bota a cada um, as quais misturadas deu origem ás equipas, que competindo duas a duas foram galgando vários jogos de “team building” destacando-se o “caminhar sobre varas” e o jogo de luta “anda cá que és meu”, que deu origem ao grande final, onde divididos em apenas duas grandes equipas jogaram de modo aguerrido, não faltando quedas e amontoamentos e claro as respectivas gargalhadas. O objectivo fora cumprindo após uma manhã a competir ninguém perguntou quem é que ganhou.

12:00 dezenas de fogões debitavam chamas envolvendo os tachos, panelas e frigideiras, os cheiros misturavam-se no ar criando subitamente um grande apetite.
Concurso de culinária com o tema “Eu gosto é disto” onde os participantes esforçaram-se para fazer o melhor prato da sua refeição favorita, o júri constituído pelos próprios participantes provaram e deliberaram, destacando-se as Guias com uma gorjete á brás e a Tribo de Quelfes com uma saborosa sandes de ovo com salsicha e linguiça.

Hora de almoço e de fortalecer laços de amizade. Pois chegava a parte “chata”, lavar a loiça e arrumar o material, tarefas realizadas naturalmente entre conversas, risos e brincadeiras.

Encerramento da actividade, frente ás bandeiras içadas, houve lugar a uma breve avaliação da actividade por parte dos chefes de subcampo, destacando as melhores práticas e pontos a melhorar. Hora de enaltecer os que em cada Divisão, destacaram-se pelo seu empenho e participação, na Alcateia o Grupo 166 recebendo de lembrança a faixa de serapilheira que todos tinham cozido, festejaram como se trata-se de um Óscar. Na Tribo de Escoteiros, Exploradores e Clã, o premio foi um apito com uma fita da cor das Divisões, na Tribo foi distinguida a Patrulha Bolota do ramo Aventura da 1ªCompanhia de Guias de Faro, nos Exploradores a Patrulha Hipo do 28 de Moura e nos Caminheiros o Clã do 28 de Moura.

Arrear das bandeiras com o devido preceito para tal, e ultimas palavras de agradecimento por parte do anfitrião, tende-nos despedido entoando o hino associativo

Desmontagem de subcampos, e abraço final com desejos de reencontrarmo-nos brevemente para mais caçadas, aventuras, expedições e quiçá até empreendimentos. O término da actividade deu-se pelas 16:30h.

Chefe de Atividade
ECTEX-Carlos Tavares

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