Expedição final 2º trimestre

Galeria

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Sorietocse na Rocha

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No passado fim de semana de 8 e 9 de abril de 2017, a nossa Tribo de Escoteiros realizou a sua atividade trimestral, em conjunto com a Tribo de Escoteiros do grupo 197 de Quelfes. Sábado, partimos de Olhão por volta das 9h da manhã, em direção à aldeia da Pena, o local onde íamos montar campo e passar o fim de semana. Após cerca de uma hora de viagem, com muita animação e cantoria, chegámos ao nosso destino e pusemos mãos à obra e demos início à montagem de campo. Por volta do meio dia e meio, demos a tarefa por terminada e reunimos para almoçar e preparar as mochilas para a caminhada que nos esperava da parte da tarde. Eram praticamente 14h quando saímos de campo em direção ao topo da Rocha da Pena, passando pelo lavadouro, onde os nossos escoteiros aprenderam um pouco dos hábitos da aldeia da Pena. O resto da tarde foi passada numa longa caminhada, mas muito divertida, onde os nossos Escoteiros mostraram aquilo de que são capazes e puseram à prova a sua resistência. Subimos o trilho e lanchámos à chegada ao topo da Rocha. Após a paragem para recarregar baterias, visitámos a muralha de rochas usada há muito tempo para defender o território e continuámos pelo trilho, para regressar à base da Rocha da Pena. Uma vez cá em baixo e após uma pequena sessão de fotos entre chefes e Escoteiros, seguimos caminho em direção a campo, pois o sol começava a pôr-se e as nossas barrigas já davam sinal que a hora do jantar estava próxima. Depois do jantar, dois elementos da nossa Tribo dinamizaram o fogo de conselho, que se pautou pelas gargalhadas constantes e houve, ainda, uma canção dedicada aos chefes. O que já não houve foi energia para um jogo noturno, pelo que os nossos Escoteiros se prepararam para ir dormir, pois o dia tinha sido longo e era preciso carregar baterias para o dia seguinte.

No domingo, a alvorada foi feita às 7h30 e, após o pequeno almoço, foi hora de um pouco de ginástica matinal, para acordar bem. Por volta das 9h, descemos até ao forno comunitário onde uma senhora da aldeia nos ensinou a fazer folar. Todos contribuíram e ajudaram em algumas tarefas, aproveitando o tempo também para cantar e fazer algumas animações e jogos. A massa dos folares precisava de fermentar durante cerca de 45min e só depois iria para o forno, pelo que aproveitámos esse tempo para proceder à desmontagem de campo, pois era uma tarefa na qual os nossos escoteiros não iam ajudar, ficando um chefe a colocar os folares no forno, de modo a que ninguém de queimasse. Com as tendas e as mochilas arrumadas, foi hora de encher a barriga com um almoço delicioso, após o qual nos deslocámos novamente ao forno comunitário, para ver os folares sair do forno. No final, agradecemos a ajuda à boa maneira escotista e visitámos um pouco da aldeia, onde uma poetisa da terra nos convidou a conhecer a sua casa. De regresso a campo, foi hora da casa ao ovo da Páscoa e de lanchar o belo folar que tínhamos feito. Fizemos o encerramento da atividade por volta das 16h e pouco depois chegou o autocarro que nos levaria de novo para Olhão. Com o material e as mochilas arrumadas, rumámos de novo à nossa terra, sempre com muita animação, apesar do cansaço que já se fazia sentir. Foi um fim de semana de confraternização e aprendizagem, que deixou vontade de voltar.

Chefia da TEs

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Acampamento Lobo Trigueiros

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Relatório de actividade – 2ª parte

Domingo, alvorada, já o sol despertara, 8:00 horas da manhã.

No campo dorme-se como uma pedra e normalmente com uma pedra ou pedaço de ramo a incomodar as costas, mas mal o sol nasce, o Escoteiro está sempre pronto, por isso não é de estranhar a tagarelice nas tendas entre as 7:00 e as 8:00h.
Após os preparos e arrumos matinais, todos tomaram o pequeno-almoço, ganhando energias para as actividades que se avizinhavam.9:00h Hastear das bandeiras, todo o efectivo em formatura saudando as bandeiras e entoando o Hino Nacional.
Destroçaram para os seus subcampos, onde atentamente ouviram as instruções sobre os jogos da manhã.

Na Alcateia existe um método para as actividades decorrerem sem problemas “Lobito ocupado não faz avarias”, a manhã foi ocupada com um jogo dinâmico, de oito postos, baseados no “party e comp” e em jogos físicos, destacando-se a corrida de sacos e o cozer na serapilheira a palavra “Alcateia”, os bandos juntos dois a dois de Grupos diferentes, competiram alegremente pela melhor prestação, não fosse o seu lema “o melhor possível”.

A Tribo tomou a direcção de Oeste, rumo ao Cerro Azul, onde foi feito um jogo de Patrulhas ao longo de toda a manhã, houve quem nem quisesse acabar para almoçar.
No decorrer do jogo, os Escoteiros tiveram de mostrar os seus conhecimentos de socorrismo, pioneirismo, memória visual, historia escotista utilizando toda a sua astucia, criatividade e “espirito escotista”.

Exploradores e Caminheiros, e só mas só para aquecer o corpo e os ânimos, fizeram o jogo da corda de força puxado em quatro direcções diferentes.
Já formados, foi pedido uma bota a cada um, as quais misturadas deu origem ás equipas, que competindo duas a duas foram galgando vários jogos de “team building” destacando-se o “caminhar sobre varas” e o jogo de luta “anda cá que és meu”, que deu origem ao grande final, onde divididos em apenas duas grandes equipas jogaram de modo aguerrido, não faltando quedas e amontoamentos e claro as respectivas gargalhadas. O objectivo fora cumprindo após uma manhã a competir ninguém perguntou quem é que ganhou.

12:00 dezenas de fogões debitavam chamas envolvendo os tachos, panelas e frigideiras, os cheiros misturavam-se no ar criando subitamente um grande apetite.
Concurso de culinária com o tema “Eu gosto é disto” onde os participantes esforçaram-se para fazer o melhor prato da sua refeição favorita, o júri constituído pelos próprios participantes provaram e deliberaram, destacando-se as Guias com uma gorjete á brás e a Tribo de Quelfes com uma saborosa sandes de ovo com salsicha e linguiça.

Hora de almoço e de fortalecer laços de amizade. Pois chegava a parte “chata”, lavar a loiça e arrumar o material, tarefas realizadas naturalmente entre conversas, risos e brincadeiras.

Encerramento da actividade, frente ás bandeiras içadas, houve lugar a uma breve avaliação da actividade por parte dos chefes de subcampo, destacando as melhores práticas e pontos a melhorar. Hora de enaltecer os que em cada Divisão, destacaram-se pelo seu empenho e participação, na Alcateia o Grupo 166 recebendo de lembrança a faixa de serapilheira que todos tinham cozido, festejaram como se trata-se de um Óscar. Na Tribo de Escoteiros, Exploradores e Clã, o premio foi um apito com uma fita da cor das Divisões, na Tribo foi distinguida a Patrulha Bolota do ramo Aventura da 1ªCompanhia de Guias de Faro, nos Exploradores a Patrulha Hipo do 28 de Moura e nos Caminheiros o Clã do 28 de Moura.

Arrear das bandeiras com o devido preceito para tal, e ultimas palavras de agradecimento por parte do anfitrião, tende-nos despedido entoando o hino associativo

Desmontagem de subcampos, e abraço final com desejos de reencontrarmo-nos brevemente para mais caçadas, aventuras, expedições e quiçá até empreendimentos. O término da actividade deu-se pelas 16:30h.

Chefe de Atividade
ECTEX-Carlos Tavares

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Dia do Pensamento

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Hoje, 22 de Fevereiro, celebram-se 160 anos do nascimento do fundador do Movimento Escotista, Robert Baden-Powell (22 Fev. 1857 – 8 Jan. 1941). Em todo o mundo se assinala este dia como o “Dia do Pensamento”, no qual devemos reflectir sobre os ensinamentos do nosso fundador, dos princípios do Escotismo, e dos nossos deveres enquanto Escoteiros – com o objectivo final de procurar deixar o mundo um pouco melhor. 

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Imagem da AEP para o dia do Fundador – 2017

 

Acampamento Lobo Trigueiros

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Relatório de actividade

Olhão, 12 de Fevereiro de 2017

Como foi o acampamento, perguntei eu:
-Muito bom chefe, consegui fazer amigos.

São estas palavras sinceras de quem tem objectivos simples, mas por vezes difíceis de concretizar, que definem como decorreu o fim-de-semana.
Acampamento “Lobo Trigueiros” em memória a um dos nossos fundadores, não fosse o motivo o 92º aniversário do Grupo. 28 Janeiro de 2017 no terreno da lagoa, no sítio da Boavista, iniciou-se pelas 9:00h a concentração dos Grupos e Companhia participantes:

  • Grupo 6 de Olhão
  • Grupo 28 de Moura
  • Grupo 60 de V.R.S.A.
  • Grupo 77 de Faro
  • Grupo 166 de Montenegro
  • Grupo 197 de Quelfes
  • Grupo 238 de Lagoa
  • 1ª Companhia de Guias de Faro

10:00h abertura oficial da actividade, mais de duzentos Escoteiros saudaram as bandeiras, momento solene onde entoaram o hino nacional. Após as palavras do anfitrião, os elementos dispersaram no imediato, a fim de se organizarem em subcampos de Divisão onde dirigidos pelos responsáveis de subcampo, montaram as tendas e receberam as primeiras informações sobre as actividades que iriam decorrer assim como o caderno de caça, contendo o cancioneiro de campo entre outras informações de relevo.

Os primeiros de qualquer Grupo são sempre os lobitos, sempre irrequietos e brincalhões, após o arrumo do material, eis que ao meio dia estavam prontos a almoçar e assim o fizeram, todos juntos, e prontamente começaram a estabelecer laços de companheirismo. 14:30, hora de início do jogo, que tinha por tema o planeta terra e consistia em sete postos alusivos a sete países, onde através de “workshops” aprofundaram o conhecimento sobre esses países, destacando-se no final o Karaté e a Capoeira, onde todos deram o seu melhor nos vários exercícios que os instrutores propuseram. O final em grande deu fome, hora do lanche e momento para partilhar as vivências ocorridas.

Tribo de Escoteiros onde a alegria e desassossego próprios da idade estão também aliados á técnica e ao desejo de fazer… desse modo montaram as tendas e construíram tripés e pórtico do subcampo, 12:30 de mochila ás costas puseram-se a caminho rumo ao local dos jogos na zona do mercado em Quelfes. Uma vez lá chegados, almoçaram todos juntos, sempre com muita animação foram divididos em 9 equipas com o objectivo de percorrer dez postos onde se destacaram os carrinhos de rolamentos, o tiro ao alvo e a gincana entre outras divertidas aventuras. Por meio houve ainda tempo para partir o bolo e cantar os parabéns á Mariana Lúcio do Grupo 6. Por volta das 17:30 pausa para o lanche, e como a energia estava longe de estar gasta, houve ainda tempo para saltar á corda e construir pirâmides humanas, das quais os Dirigentes também fizeram parte dando origem a muita risada e animação.

Expedição foi o mote da Tribo de Exploradores e Clã, que logo após a montagem das tendas, equiparam-se para o efeito e divididos em 11 Patrulhas e 5 equipes, receberam a carta topográfica, as primeiras duas coordenadas UTM e os desafios propostos, rapidamente definiram azimute e colocaram-se a caminho. Por trilhos, caminhos e estradas secundárias, foram percorrendo vários postos onde efectuavam desafios de “party escotista” e tinham como objectivo principal decifrar a mensagem, que estava dividida em três partes durante o jogo. A refeição foi leve e feita ao longo do percurso, Quando por volta das 15:00h começaram a chegar ao penúltimo posto, na base do serro de São Miguel na zona do lavajo, foi-lhes entregue uma das partes da mensagem “A felicidade de alcançar o topo” e ai desde logo perceberam o desafio que estava pela frente, subir o serro até o Delta-marco geodésico. Objectivo cumprido, todos chegaram ao cume decifrando a mensagem “A felicidade de alcançar o topo é maior ou menor conforme a dificuldade de cada um em o atingir” e assim compreendendo a mística do desafio “não competir com os outros, competir consigo próprio para atingir cada vez mais e melhor” A descida do Serro foi feita de modo livre onde optaram por vários caminhos, estando todos de regresso pelas 18:45h.

Noite posta, Lua nova e céu nublado, 19:00 horas decorriam a “Animação de Divisão”, as 4 Divisões separadamente envolviam-se com jogos, canções e peças divertidas, entre gritos, palmas e puro convívio a animação foi líder, tinham como objectivo escolher as melhores interpretações para representar a Divisão no fogo de conselho.

As Alcateias escolheram três peças: a do Grupo 6 que era sobre o início do Grupo desde o BigBang, do Grupo 77 que era a lenda das amendoeiras em flor feita com sombras, e a do Grupo 197 sobre a história do Pedro e do lobo.
As Patrulhas da Tribo de escoteiros realizaram a sua animação ainda em Quelfes onde elegeram 3 peças para os representar, onde se destaca pela sua simplicidade contagiante o “Pipipi”, findo a animação regressaram ao campo entoando músicas escotistas.
Os Exploradores após algumas gargalhadas elegeram as que os fez rir mais, as peças da Patrulha Hipo de Moura e o iogurte de manga do Grupo 6. Os caminheiros de Moura brilharam na interpretação do capuchinho vermelho e todos juntos ensaiaram um antigo hino dos escoteiros de VRSA.

Agasalhados convenientemente pois a temperatura era baixa e a humidade dominava, todos jantaram e confraternizaram até o grande momento da noite- o fogo de conselho.
22:00 horas, acendeu-se a fogueira e embalados por duas guitarras cantou-se “Sarça”, inicio épico com o sobem chamas, com a fogueira a teimar em pegar puxou-se pelas gargantas com conhecidos gritos de animação. Já a fogueira ia bem alta, assim como o espirito dos animadores imbuídos pela alegria e energia contagiante dos elementos participantes, tendo todos os intervenientes roçado a excelência nas suas representações destacou-se a “base de Beja” representada pelos companheiros de Moura, foram os que conseguiram arrancar mais gargalhadas à plateia. 23:30 a lenha já queimando baixinho, as mãos entrelaçadas, todos como um só, cantamos a despedida do fogo de conselho que pela sua letra e melodia encheu-nos os corações de fraternidade, esperança e lealdade com a nossa causa ”Tornar o mundo melhor”.

Dá-se o recolher, com alguma dificuldade pois a euforia da azáfama do dia, cheio de actividade, era maior que o cansaço. Pela meia-noite tocou o sinal de silêncio, ficando o campo á guarda dos Caminheiros que divididos em turnos, tiveram uma vigia tranquila sem males maiores a assinalar.


Fim da primeira parte

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Bivaque da Tes – Parque Natural da Ria Formosa

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023No passado sábado, dia 21 de janeiro, a nossa Tribo de Escoteiros deslocou-se até ao Parque Natural da Ria Formosa para mais um bivaque. O objetivo deste dia era completar desafios da 1ª, 2ª e 3ª etapas, havendo tempo ainda para a Especialidade de Orientação. Os elementos da 1ª etapa tiveram a ajuda da Chefe Adelaide para preparar e encenar uma pequena peça sobre Baden-Powell. Os restantes estiveram com o Chefe Carlos e a Aspirante a Dirigente Joana a realizar desafios sobre Orientação, tendo havido ainda tempo para relembrar técnicas de primeiros socorros. Os elementos da 3ª etapa estiveram, também, a ensaiar a sua peça sobre a vida de Baden-Powell e a fundação do Escotismo.

003Antes da hora de almoço puseram os pés ao caminho e foram até à sede, onde todos juntos almoçaram pelo meio de muitas gargalhadas. O dia acabou com a reunião semanal, na sede, onde todas as patrulhas prepararam as suas caixas de material para o acampamento do fim de semana seguinte e decidiram que peças e animações iriam apresentar no fogo de conselho da mesma.

Chefia da Tes

Parabéns ao Grupo 6

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92anos_2017

No dia 17 de Janeiro de 2017 o grupo comemorou o seu 92º aniversário, num convívio entre elementos, familiares e representantes de entidades. A festa realizou-se na Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes, pelas 21.30h, após um breve momento de confraternização o Chefe de Grupo deu início à festa com umas palavras de agradecimento aos presentes.
Uma breve Cerimónia dirigida pela Representante da Escola de Formação Escotista, Chefe Adelaide Santos, onde o Chefe de Grupo foi condecorado com o lenço por obtenção com aproveitamento do Curso de Responsável de Adultos.

Num ambiente de grande alegria cantou-se os parabéns ao nosso grupo e comemos o bolo!

“Passam-se os anos e o que fica são as marcas de um tempo vivido, sentido e vencido.”

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ESCA
Patrícia Tavares